Sem a palavra, de longe a estrada!
Em que me encontro, desse ponto de vista por ver!
Esse caminho de reter, para ti ou para mim, não crer!
Por vezes não sinto, ou que por mim não espero!
A pensar nas vertentes de que mares te ás de pisar!
Os cantos de que te escrevi.
Já não padecem de tão tardio antever,
Então li este pequeno poema ,e naquilo que consigo crer, já é um bom carinho de te querer.
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